O carnaval no tempo das marchinhas

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Olá, retrôlovers! Curtiram muito o carnaval nesse final de semana?

Aposto que, como verdadeiras amantes do retrô, o carnaval de vocês foi embalado ao som de axé anos 1980, marchinhas anos 1940, fantasias clássicas cheias de máscaras inspiradas no século 19. Acertei?

Pois é…nós também temos saudades dos tempos áureos de canções como “abre alas”. Muito antes do trio elétrico nas ruas e dos carros alegóricos nos sambódromos se tornarem tradição, eram as marchinhas que alegravam os foliões nas ruas e também os ricos em seis bailes de máscara.

O carnaval, por incrível que pareça, não é brasileiro. A origem verdadeira vem de uma comemoração pagã que era regada de comida, bebida, dança e sexo. A igreja transformou a data em uma festa mais conservadora, porém “controlada”, já que não era possível retirar a comemoração do calendário das pessoas na época. Porém, foi o Brasil que transformou o carnaval tradicional europeu na festa contemporânea que conhecemos hoje.

A primeira música reconhecida como marchinha carnavalesca foi a “abre alas”, composta por Chiquinha Gonzaga, em 1889. Em primeiro momento, a música foi feita para o cordão Rosa de Ouro. Mas esse novo gênero – inclusive essa música – só ganharam o coração das pessoas por volta de 1940.

Mas o auge do gênero aconteceu mesmo em 1960, com as músicas “cabeleira do Zezé”, de Roberto Faissal, e “Maria sapatão”, do Chacrinha.

Confira agora as maiores marchinhas de carnaval da época!